Por equipe editorial LumenTEA. Atualizado em .
Material informativo sobre acompanhamento e diálogo com a equipe. Não é diagnóstico, prescrição ou revisão clínica independente.
O que é uma meta terapêutica
Uma meta deve ser combinada com os responsáveis pelo acompanhamento e ter um significado para a participação e a vida cotidiana da criança. Descrever o que será observado ajuda a conversar sobre mudanças; isso não prova, isoladamente, que uma terapia causou a mudança.
Cabe à equipe responsável definir objetivos e formas de acompanhamento adequados à criança. O aplicativo não substitui essa definição.
Como acompanhar sem ser terapeuta
A família pode contribuir com observações: o que aconteceu, onde, em qual atividade e com que ajuda. Não é necessário atribuir uma nota clínica nem criar metas sem a equipe.
Ao conversar sobre mudanças, considere contexto, oportunidades de participação e apoios. Uma adaptação que torna a atividade acessível não é um resultado inferior por envolver ajuda. O que importa deve ser discutido com a criança, quando possível, a família e os profissionais.
Quando conversar com a equipe
Leve perguntas e exemplos à equipe quando houver dúvida, dificuldade ou preocupação. Não há um prazo único de progresso que se aplique a todas as crianças e metas. O aplicativo não deve decidir se é necessário mudar frequência, profissional ou tratamento.
Perguntas para uma conversa mais objetiva
Acompanhar não significa cobrar desempenho diário. Use os registros para entender a experiência da criança e o ambiente, não para classificar obediência ou retirar apoios.
- A descrição continua relevante para a criança e sua família?
- As atividades e os apoios eram comparáveis nos períodos?
- A criança teve oportunidade e uma forma acessível de comunicar o que precisava?
- O histórico tem lacunas que precisam ser explicitadas?
- O que a equipe considera suficiente para interpretar a mudança?